Guia Santa Catarina - Joinville

   
 

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Geografia
















Localização
Joinville está localizada na latitude 26° 18' 05'' Sul e na longitude 48° 50' 38'' oeste de Greenwich, na microrregião Nordeste de Santa Catarina. Com uma área de 1.135,05 km² , sendo 212,6 km² na área urbana e 922,45 km² na área rural, faz divisa com Campo Alegre e Garuva ao norte, Schroeder, Guaramirim e Araquari ao sul, São Francisco do Sul ao leste e Jaraguá do Sul ao oeste.

Relevo
A cidade está localizada entre 0 e 4 metros acima do nível do mar e seu relevo se desenvolve sobre terrenos cristalinos da Serra do Mar em uma área de sedimentação costeira. A parte oeste do território de Joinville estende-se até as montanhas secundárias que servem de apoio à cadeia principal da Serra do Mar, cujos declives se estendem desde o estado do Rio de Janeiro, contornados em sentido leste por planícies de deposição.

Vegetação
A vegetação de Joinville pode ser classificada, de uma forma geral, como Floresta Ombrófila Densa, parte integrante do domínio da Floresta Atlântica. Este tipo de vegetação, que assume tipologias diferenciadas, de acordo com as características específicas da região, cobria originalmente quase a totalidade da extensão do município.

A Floresta Atlântica caracteriza-se pela grande variedade de espécies, formando uma vegetação densa e exuberante, que atinge altura superior a 30 metros. As copas das árvores maiores tocam-se, formando uma camada relativamente uniforme e fechada.

No seu interior formam-se, ainda, outros estratos de plantas menores, adaptadas à iluminação difusa. No estrado médio aparece o palmiteiro (Euterpe edulis), espécie muito comum, sendo uma das características mais marcantes desse ecossistema, juntamente com um grande número de plantas epífitas, como as bromélias e orquídeas.

Clima
O clima joinvilense, segundo Koeppen, classifica-se como Úmido a Superúmido, Mesotérmico, com pouco ou nenhum déficit de água. A temperatura média anual fica em torno de 22º C, sendo a máxima 32,24º C e a mínima 11,87º C. Já a média anual das chuvas está calculada em 134,99 mm.

Hidrografia
A hidrografia de Joinville apresenta-se predominantemente na vertente Atlântica da Serra do Mar, cujos rios se caracterizam por pequena extensão e grande vazão. A formação geomorfológica da região, associada às condições climáticas e cobertura vegetal, interfere positivamente no regime hídrico das bacias hidrográficas, proporcionando ao município um bom potencial no que se refere aos recursos hídricos. O município é banhado pelas seguintes bacias:

  • Bacia do Rio Itapocu - grande bacia hidrográfica que abrange também os municípios de Jaraguá do Sul, Schroeder, Guaramirim e Corupá. Esta bacia deságua a porção central a oeste do município, composta pelas sub-bacias dos rios Piraí, do Júlio, Águas Vermelhas, Motucas, Piraizinho e Jacu;
  • Bacia do Rio Cubatão - na zona norte, cuja nascente se localiza na Serra Queimada e escoa na direção do canal das Três Barras e daí para a Baía da Babitonga. É formada pelos rios Quiriri, Izaack, da Prata, Seco, Lindo, do Braço e Mississipe;
  • Bacia do Rio Cachoeira - corta a área urbana da sede do município (no sentido noroeste – sudeste) e deságua na Baía da Babitonga, passando antes pela Lagoa do Saguaçu. Compõem esta bacia os rios Morro Alto, Matias, Jaguarão, Bucarein, Itaum-mirim e Santinho.
Bacias Independentes da Região Leste - ocupando a estreita faixa entre os morros do Boa Vista e Iririú e as zonas de ocorrência de mangues da Baía da Babitonga. É formada pelos rios do Ferro, Guaxanduva, Comprido e Iririú-mirim.


População
 
 

Pelas estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Joinville somou 497 mil moradores em 2006. Na cidade dos quase meio milhão de habitantes, são quase dez mil novas pessoas todos os anos, a maioria nascida em Joinville e com descendência germânica, italiana, portuguesa, norueguesa e suíça.

Joinville é uma das cidades onde mais se vive e com melhor qualidade de vida no Brasil. Seu IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) representado pela região Norte e Nordeste do Estado é de 0,853, deixando-a em décimo terceiro lugar na classificação geral do país, conforme pesquisa realizada no ano 2000.

Referência em qualidade de vida no Brasil, é também uma das cidades brasileiras com maior expectativa de vida: 73 anos, de acordo com dados do último censo do IBGE.



História
 
 

A história de Joinville começa com o casamento que celebrou a união entre a família imperial brasileira e a realeza francesa. Em 1843, as terras que abrigam a cidade foram dadas ao príncipe de Joinville, François Ferdinand Philipe - filho de Louis Philipe, rei da França - como dote da princesa Francisca Carolina, irmã do imperador Pedro II. O casal não chegou a conhecer as terras, e parte dela foi negociada com a Sociedade Colonizadora Hamburguesa.

Em 1849, o casal de príncipes assina um contrato que doa oito léguas quadradas à Sociedade para serem colonizadas. Assim, a história de Joinville (na época chamada de colônia Dona Francisca) começa oficialmente com a chegada da primeira leva de imigrantes europeus e a "fundação" da cidade em 9 de março de 1851.

Os primeiros imigrantes
Os primeiros imigrantes chegaram à colônia Dona Francisca fugindo da crise econômica, social e política que devastada a Europa por volta de 1840. Vieram para deixar para trás a miséria, o desemprego e as perseguições políticas. Entre 1850 e 1888, a região recebeu cerca de 17.000 pessoas, a maioria protestantes, agricultores sem recursos e encantados com histórias que retratavam o lugar como um verdadeiro paraíso terrestre.

A intenção da Sociedade Colonizadora, formada por banqueiros, empresários e comerciantes, era, entretanto, conseguir grandes lucros com a exportação dessa carga humana e estabelecer uma colônia alemã, vinculada aos interesses comerciais alemães. O governo imperial brasileiro, por sua vez, incentivava a imigração visando a substituir a mão-de-obra escrava por colonos "livres", a ocupar os vazios demográficos e também a "branquear" a população brasileira.

A indústria e o comércio começam a se destacar por essa época: havia quatro engenhos de erva-mate, 200 moinhos e onze olarias. Exportava-se madeira, couro, louça, sapatos, móveis, cigarros e mate; importava-se ferro, artigos de porcelana e pedra, instrumentos musicais, máquinas e instrumentos agrícolas, sal, medicamentos, trigo, vinho, cerveja, carne-seca e sardinha. Não demora muito e, em 1887, Joinville é elevada à categoria de cidade.


Economia
 
 

É também na década de 1880 que surgem as primeiras indústrias têxteis e metalúrgicas. O mate transforma-se no principal produto de exportação da colônia Dona Francisca. Seu comércio, iniciado por industriais vindos do Paraná, dá origem às primeiras fortunas locais e consolida o poder de uma elite luso-brasileira, o que gera tensão com a elite germânica, hegemônica até então, na luta pelo poder político local. Nesse período, Joinville já contava com inúmeras associações culturais (ginástica, tiro, canto, teatro), escola, igrejas, hospital, loja maçônica, corpo de bombeiros entre outros.

No início do século XX, uma série de fatos acelerou o desenvolvimento da cidade: foi inaugurada a Estrada de Ferro São Paulo Rio Grande, que passava por Joinville, rumo a São Francisco do Sul; surgiu a energia elétrica, o primeiro automóvel, o primeiro telefone e o sistema de transporte coletivo. Na área educacional, o professor paulista Orestes Guimarães promovia a reforma no ensino em Joinville. Em 1926, a cidade tinha 46 mil habitantes. Na economia percebeu-se o fortalecimento do setor metal-mecânico, reflexo do capital acumulado durante décadas pelos imigrantes germânicos e seus descendentes.

Entre as décadas de 50 e 80, Joinville viveu outro surto de crescimento: com o fim da Segunda Guerra Mundial, o Brasil deixou de receber os produtos industrializados da Europa. Isso fez com que a cidade se transformasse em pouco tempo em um dos principais pólos industriais do país, recebendo por isso a denominação de "Manchester Catarinense" (referência à cidade inglesa de mesmo nome).


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